C.R.A.Z.Y.


Ontem assisti ao excelente filme canadense C.R.A.Z.Y.
(2005) que no Brasil ganhou o subtítulo Loucos de amor.
O filme é um ótimo entretenimento e trata da
relação familiar entre o pai e seus 5 filhos
(do acrônimo do título) e a questão das
drogas e do homossexualismo.
A trilha é um primor: da diva country Patsy Cline
aos Rolling Stones e Pink Floyd a Giorgio Moroder
indo dos anos 60 aos 80.

Mas a cena antológica é mesmo a que o caçula
Zach Beaulieu imita Bowie em Space Oddity.
É o típico filme de trajetória anti-heróica e de arquétipos
familiares, um pouco como Little Miss Sunshine
com mais drogas e descobertas homossexuais.

Nas palavras do diretor Jean Marc Valée:

“It’s a story of two love affairs. A father’s love for his five sons.
And one son’s love for his father, a love so strong
it compels him to live a lie. That son is Zac Beaulieu,
born on the 25th of December 1960,
different from all his brothers, but desperate to fit in.
During the next 20 years, life takes Zac on a surprising
and unexpected journey that ultimately leads him
to accept his true nature and, even more importantly,
leads his father to love him for who he really is.
A mystical fable about a modern-day Christ-like figure,
“C.R.A.Z.Y” exudes the beauty, the poetry and
the madness of the human spirit in all its contradictions”

Um belo e comovente filme.

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