Gongando a Céu

Minha aversão a “cantoras de mpb” é pública e notória.
Tenho vários motivos para tal. Alguns eu já falei exaustivamente
e outros (de bastidores) infelizmente não podem
ser descritos nesse blog rs…. Passei anos detonando MM
e Maria Irrita. Agora temos mais chatonildas no pedaço.

Vou começar pela “unanimidade” Céu.
Primeiro, eu jamais compraria ou faria o download
de música de alguém com esse nome.
Mizifia, céu é invenção cristã pra anestesiar abobados.

Segundo, a música, juro, eu até tentei ouvir mas não dá.
30 segundos de cada faixa são o suficiente
pra ver que é mais um daqueles engodos
no qual mpb e triphop parecem se misturar.
Tenho mesmo que concordar com o Hansen,
é nulidade travestida de “arte séria”
pra agradar intelectualóide e virar hype entre pessoas de “bom gosto”.

Agora, vamos às gongadas visuais:

mona, vê se dá um jeitinho nessa juba quando
vai ser fotografada tsa? pede uma graninha pra
gravadora ou pro teu papi pra ir ao salão!


Reparem o visual “faxineira” de boutique.
Afinal, ser filha de compositor e de gente
de dentro da “indústria fonográfica” a
coloca num patamar quase maria irritante…
só não é o mesmo patamar pq teria que nascer de novo
como filha da cantora mais pain in the ass ever!!!

O pior de tudo é esse “despojamento i wanna be pobrinha”
de garota rica da classe média paulista querendo
resgatar as raízes do samba anos 30.
quando essa moda vai acabar????? tô na fila ..rs

Vejam as declarações da moça na entrevista na Rolling Stone Brasil:
“Sou muito capaz de sair pra rua do jeito que eu acordei.
O pé no chão, a alegria de comer um pão na chapa
com cafezinho, isso aí ninguém tira”
Ta bom né mona? eu acredito nisso
levou horas pra fazer o visu diarista com um lencinho
que deve custar horas de trabalho das serviçais …rs
Sou mais a Marinetti..

O ensaio fotográfico dela pra revista é vomitável,
uma chapinha djá na amapoa
e pleeeease tira o colarzão de madeira
que essa coisa étnica é uh óoooo e super datada
(não achei as fotos pra postar)

jesusmechicoteia moça! pára de cantar essa bosta nova com batidinha lounge
e vem lavar a pilha de roupa que tá acumulando aqui em casa.
esse papo de encontrar raíz é coisa de hippie psicodélico
procurando cogumelo em cocô de vaca

… quando ela tenta filosofar então é ainda pior:
“A música é do universo (…) pra estar na história do outro,
é uma coisa que vai”.. sim, vai pra pqp…
por essas e outras ainda prefiro a Gretchen, a Rita Cadillac, a Perla…
brega sem pretensões “cabeça”!

E o meu amigo Wande está certo, essa “invenção” de misturar
sonoridades brazucas com eletrônica resulta nisso.
Ainda bem que sou tosca mesmo e não tenho refinamento
para ouvir tais coisas hehehehe entre isso e o pancadão
naõ tenho dúvidas do que acho mais divertido, legítimo e autêntico
(subcultural studies mode on).
Pelo menos o pancadão sampleou front242, e outras coisas boas.

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