Documentário sobre Capela Positivista de Porto Alegre tem trilha de Mauro Amaral

Acabo de saber via email que meu irmão Mauro Amaral* assina a trilha do documentário A Capela Positivista de Porto Alegre, que será exibido nesse sábado, 15 de março, às 9h, na Capela Positivista de Porto Alegre localizada na avenida João Pessoa, 1058. Produzido pela ONG Arqvive, (do qual ele faz parte do Conselho Fiscal, juntamente com minha cunhada historiadora Daniela Gonçalves Amaral). Transcrevo abaixo a matéria que saiu na ZoomRS – revista digital da música gaúcha.

Documentário sobre Capela Positivista resgata obra do maestro Pedro Corrêa Borges

O documentário A Capela Positivista de Porto Alegre será exibido sábado, 15, às 9h, na Capela Positivista de Porto Alegre (avenida João Pessoa, 1058). Produzido pela ONG Arqvive, o vídeo procura resgatar a importância do Positivismo na história político-cultural do Rio Grande do Sul.

Dirigido por Yuri Victorino Inácio da Silva, o documentário traz depoimentos de Afrânio Pedro Catelli (Capela Positivista de Porto Alegre), Danton Voltaire Pereira de Souza (Igreja Positivista do Brasil/RJ), Elisabete da Costa Leal (ANPUH/RS), Moacir Flores (PUC/RS), Paulo Roberto Pezat (UFPEL) e do arquiteto e urbanista George Augusto de Moraes.

A trilha sonora do vídeo, assinada por Mauro Amaral, apresenta composições do músico Claus Farina e do maestro Pedro Corrêa Borges. Executada pela pianista Cuca Medina, a partitura do hino Júlio de Castilhos – O Patriacha, de Corrêa Borges, foi encontrada entre os inúmeros documentos pesquisados no templo porto-alegrense. A peça foi gravada em versão instrumental, entretanto, na partitura manuscrita constava letra de Zeferino Antonio de Souza Brazil, conhecido como o Príncipe dos Poetas Sul-riograndenses

Na opinião de Mauro Amaral, a descoberta dessa partitura é um dos grandes méritos do trabalho desenvolvido em função do documentário, visto que resgata do esquecimento a obra do maestro bageense nascido em 1852. Conforme Amaral, a composição revela influências de chorinhos, modinhas e compositores eruditos em voga na época, como Achille-Claude Debussy.

A ONG Arqvive, idealizada por egressos do curso de Arquivologia da UFRGS, é uma associação civil sem fins lucrativos. Com o objetivo de pesquisar, preservar e socializar o patrimônio documental brasileiro, a entidade conta com equipe multidisciplinar formada por designers, historiadores, jornalistas, músicos, dentre outros profissionais ligados às áreas da Memória e da Informação.

* Mauro Sérgio da Rosa Amaral é Técnico Judiciário do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Compositor e músico formado pela Escola da OSPA e formando pelo curso de graduação de Bacharelado em Música da UFRGS, também é aluno de Arquivologia, onde se especializa na área de restauração e conservação de partituras e registros sonoros.

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