Orgulho e preconceito


Além do NIN, nada melhor que outro clássico para o domingão, assisti Orgulho e Preconceito (filme de 2005 baseado no livro de Jane Austen – adoooro) que ganhei de presente de aniver. Acho impressionante o quão atual é a obra de Austen em sua análise dos rituais sociais e do comportamento humano em situações cotidianas no velho esquema garota-conhece-garoto. Em tempos em que as narrativas literárias femininas – ao menos no “mainstream” literário brasileiro centram-se em umbiguismos do tipo eu sou minha própria personagem- patricinhaalternativa – bebo-me-drogo-e sou escritora buckowskiana (blargh blargh!) – é bom ver uma adaptação fiel a um tipo de romance que preza pela narrativa, pelo contar estórias, bons diálogos e entretenimento. Talvez seja minha resmunguice com certas “literaturas supostamente transgressivas”, mas acho que no fundo eu realmente não me identifico com boa parte do que é produzido literariamente nesse século, em especial no Brasil. Claro, estou falando do suposto mainstream e não de guetos como fantasia, horror e FC.

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