Vicky Cristina Barcelona


Como diria um amigo meu A-DO-REI o filme. É o melhor Woody Allen dessa fase européia. Para mim, nem Vicky nem Cristina (que são ambas muito chatinhas enquanto personagens, mas plenamente viáveis para o fator identificação projetiva com o público), os grandes destaques do filme são Barcelona com suas locações privilegiadas, e Maria Elena (Penélope Cruz) que entra pra arrasar com o quarteirão, a ponto de deixar a Scarlett Johansson parecendo quase uma Déborah Blando insossa – latin power now! rs Tá né, e nem vou falar sobre Javier Bardem, pois ele é o máximo! Até os estereótipos norte-americanos estão muito engraçados como o noivo de Vicky com aquela camisa para dentro do cinto (argh) e as mangas longas da camisa dobradas. Os relacionamentos tumultuosos e os apaziguados também aparecem de forma menos descritiva em diálogos e mais através das ações das personagens e em pequenos detalhes visuais. Era isso, nada de análise cinematográfica, apenas um comentário breve, afinal hoje é sexta e quem ainda não viu pode descolar uma sessão.

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