Presentes e futuros imaginários

A semana chega ao fim com várias novidades. Confiram ai alguns links que separei para o bom e velho compartilhamento.


** Bibliografia de cibercultura – Foi lançado essa semana em português o livro Futuros Imaginários – Das máquinas pensantes à aldeia global do pesquisador Richard Barbrook. O livro foi traduzido colaborativamente e está disponível em pdf gratuito no endereço futurosimaginarios.midiatatica.info. Essa iniciativa é excelente, ainda mais se considerarmos a escassez de bibliografia sobre cibercultura traduzida em nossa língua e disponível para trabalhar com os alunos que não lêem em inglês – principalmente na graduação. Barbrook é um dos ensaístas mais importantes sobre os primórdios políticos da Internet, tendo escrito a respeito da questão dos hackers, da propriedade intelectual, da economia da dádiva (gift economy) entre outros.

O ensaio Californian Ideology escrito por ele e por Andy Cameron em 1995 é um clássico sobre as origens ideológicas, econômicas e políticas da rede. Uma versão extendida do artigo pode ser encontrada no livro Crypto anarchy, cyber states and pirate utopias, organizado por Peter Ludlow e publicado pela MIT Press em 2001. Aliás, recomendo muito esse livro para quem se interesse – e/ou estiver pesquisando o assuntos. Tem vários outros ensaios que valem a pena.

** Conteúdo – Por falar em tradução, além do já confirmado Little Brother, há algumas semanas recebi uma informação “quentíssima” em off (e portanto não posso revelar a fonte ainda) de que o livro de ensaios de Cory Doctorow, Content: Selected essays on Technology, Creativity, Copyright, and the Future of The Future será traduzido em breve. Vamos torcer!

** PKD – E Tessa Dick, uma das cinco ex-mulheres de cabelo negro de Philip K. Dick entrou com processo contra a produção dos filmes “A scanner darkly” (que no Brasil ganhou o ridículo título de O homem duplo) e “Ubik” – que está em produção.

** Ainda o NIN – Meu post sobre O modelo de fansourcing do NIN publicado ontem andou repercutindo online e offline. Além dos comentários aqui no blog, outros via twitter e facebook (inclusive da Inglaterra), o Tomás Pinheiro do blog Panmedia Lab da ESPM-RJ fez um ótimo post analisando a questão e utilizou o texto como uma das fontes. Acho que essa discussão vai longe.

Por hoje era isso. See ya!

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