Livros e Música para o feriadão

Selecionei algumas coisas que estão na minha estante (ou que comprei recentemente) para aproveitar o feriadão.

Leituras:

Living dead in Dallas

Curti muito o Dead Until Dark, primeiro livro da série Sookie Stackhouse (que originou o seriado True Blood) da autora Charlaine Harris. Agora estou indo para a segunda parte, Living Dead in Dallas – e que vai pautar a segunda temporada do seriado televisivo. Comprei com um baita desconto na Livraria Curitiba. Em tempo, ainda devo um post comparando Twilight com Sookie Stackhouse Series, no qual a primeira sairá perdendo feio. A narrativa de Meyer é arrastada e tolinha enquanto que a de Harris é ágil e muito mais “maliciosa”, no bom sentido.

Fandom – Identities and Communities in a Mediated World é uma coletânea organizada por Jonathan Gray, Cornel Sandvoss e C. Lee Harrington, publicada em 2007 pela NYU Press com textos que articulam questões relacionadas a audiências, fãs e produtos da cultura pop, incluindo até categorias como anti-fãs. Estou bem curiosa com esse livro.

Na fila de leituras também estão American Gods do Neil Gaiman, que ainda não li (shame on me), Club Dead (o próximo de C. Harris) e também o Introduction to Webometrics. Quantitative web research for the social sciences do Michael Thellwall, recém lançado em 2009. Tem mais coisas também, mas vou comentando na seqüência.

Em termos de música, o que anda rolando por aqui…

Placebo – Battle for the sun. O esperadíssimo novo álbum do Placebo não decepciona. O novo design do site oficial também ficou excelente. No entanto, não há grandes novidades, a banda se mantém fiel a linha dos últimos trabalhos, entre o “rock alternativo” com toques glam e alguns momentos mais introspectivos. Ainda preciso escutar mais, contudo continuo preferindo a acidez dos três primeiros álbuns ou as melodias perfeitas de Sleeping with ghosts, por exemplo. Mas é um bom álbum. O engraçado a respeito do estilo do Placebo é que é uma banda adotada tanto pelo povo mais indie, como pelo pessoal mais trevoso e/ou glam. Eles conseguem atingir ambos os públicos desde os anos 90.


A Spell Inside – Loginside. Novo álbum da banda germânica de “darksynthpop” (peguei o termo do site oficial) A Spell Inside, na ativa desde 1989. Estou ouvindo nesse momento pela primeira vez, mas já deu para perceber que as melodias clássicas do synthpop e as temáticas distópicas estão presentes.

Também estou aqui com o novo do Frozen Plasma, Monumentum (que deu uma melhorada em relação ao EP anterior) contudo ainda não é tão bom quanto o primeiro, mas tem o clubhit Tanzen Die Revolution.

Uma coisa legal com a internet é rever/descobrir ou cruzar com coisas antigas que passaram despercebidas. Há um bom tempo eu já tinha ouvido falar em synthpunk californiano – movimento derivado do punk e que de certa forma tem a ver com horrorpunk e com deathrock tanto quanto com o synthpop e o art-rock setentista, uma hora eu desenvolvo melhor isso – mas não tinha escutado nada. Agora tenho ouvido direto o Nervous Gender, banda que me foi introduzida pelo Gorpo e que achei beeeem legal, ainda mais considerando o contexto histórico da época.

Para fechar, uma dica de festa. A pedida para essa quinta é a Disconfusion, festinha capitaneada pelo amigo e DJ Raul Aguilera que rola hoje no Vox. Vai rolar muita disco, italodisco, nudisco, spacedisco e afins. Prepara o modelón e te joga. As infos tão no blog disconfusion.wordpress.com

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