Livros – Internet & Cultura Digital

Compartilhando com os leitores que ainda não me abandonaram algumas compras recentes de livros relacionados às minhas temáticas de pesquisa:

Sound Unbound. Sampling Digital Music and Culture – editado por Paul D. Miller (a.k.a. DJ Spooky) é uma coletânea de artigos sobre a cultura do remix e do sampling na música. Lançado em 2008 pelo MIT Press vem acompanhado de um CD. Além disso, o prefácio é de Cory Doctorow.

The Internet Audience. Constitution & Measurement de Fernando Bermejo, pesquisador espanhol. O livro é de 2007 lançado pela ed. Peter Lang traz uma análise teórica acerca da constituição da audiência na Internet.


Também pela Peter Lang, comprei a coletânea sobre metodologia Online Social Research. Methods, Issues & Ethics, editada por Mark D. Johns, Shing-Ling Sarina Chen & G. Jon Hall, artigos sobre etnografia, interacionismo interpretativo, entre outros métodos aplicados à Web. Metodologia em relação às pesquisas em tecnologia, cultura digital, web, etc tem sido uma preocupação muito forte tanto nas reuniões do grupo de pesquisa quanto no meu próprio trabalho. A mesa que organizei na Intercom e o painel que assisti na Aoir também contribuíram bastante e oportunizaram uma ampliação de questionamentos e discussões sobre o qual falarei mais adiante.

Gaming. Essays on Algorithmic Culture de Alexander Galloway, professor e pesquisador da NYU que também é autor de Protocol e The exploit: a theory of networks – livros sobre redes – e que estará em algumas semanas palestrando em São Paulo (mais adiante falo sobre o evento). Meu exemplar foi ganho do próprio após uma reunião no Departamento de Mídia, Cultura e Comunicação da NYU, no Village, onde estive semana passada trocando algumas ideias sobre cultura digital e acertando participação em um projeto. Também ganhei o copião de Kriegspiel (nesse link dá para baixar o jogo), resultado do trabalho de pesquisa de Galloway e Mushon Zer-Aviv constituído na “tradução” de um jogo de tabuleiro chamado “O jogo da guerra” que foi produzido em 1978 pelo situacionista francês Guy Debord – sim, o autor de Sociedade do Espertáculo. Esse ensaio documenta tanto a produção do jogo quanto sua análise crítica e deve ser traduzido para o português em breve.


Last, but not least. Comprei por acaso hoje na FNAC aqui de Curitiba (esse mês todos os livros lá estão com desconto de 10%) Twitterville. How businesses can thrive in the new global neighborhoods de Shel Israel, que recém foi lançado pela editora Portfolio. O autor trabalhou com mais de 100 entrevistas para apresentar ideias e empreendimentos, sejam jornalísticos, pessoais ou de marketing a partir da ferramenta.

Depois ainda farei um post pra comentar os livros de ficção que comprei e os sobre subculturas. Aguardem!

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