Did I pass the acid test?

Fiquei um tanto longe do blog essa semana devido a uma série de compromissos e, claro, muitas coisas acontecendo em função da primeira semana de aulas da graduação. Até a gente acostumar com o ritmo leva um tempinho.Vou passar uns drops sobre que anda acontecendo por aqui:

Nesse semestre estou com três disciplinas: uma para o mestrado/doutorado e duas para a graduação. A disciplina do PPG é Tecnologias e Culturas Midiáticas e a respeito dela eu comento após o carnaval (as aulas do PPG começam apenas no dia 14/3). Na graduação em jornalismo ministro Jornalismo Online I e no curso de Comunicação Digital, mais conhecido como #comdig,  Imaginários Tecnológicos.  JOL I é mais conceitual e discutiremos conceitos e temáticas emergentes, contando com duas participações especiais – que revelarei a seu tempo. Já nessa segunda estou trabalhando especificamente com estudos de caso sobre a Ficção Científica e a ficção especulativa em geral como possibilidade estética e geradora plural de imaginários distópicos e utópicos na cultura digital. Estou bem empolgada com ela por resgatar muito material que trabalhei e/ou deixei de fora da minha tese. Vamos ver como será a recepção.

Em relação ao Jornalismo Online, estou organizando o I Encontro Regional de Jornalismo Digital para discutir algumas questões emergentes entre pesquisadores e profissionais do mercado, o que vai dar um bom ânimo para a disciplina. Os participantes  já estão confirmadíssimos e em breve informarei mais detalhes. Será no campus Porto Alegre da Unisinos no dia 02 de abril. Anotem nas agendas e inscrevam-se, pois será aberto a estudantes e profissionais.

E a data de lançamento do livro Métodos de Pesquisa para Internet em Porto Alegre será dia 05 de abril, às 19h na Livraria FNAC do Shopping Barra Sul com um mini-debate com as autoras.

Em termos da minha pesquisa, continuo estudando questões relacionadas à organização e mobilização dos fandoms (com ênfase nas plataformas digitais voltadas para música) via sites de redes sociais. Estou com dois artigos em andamento sobre o tema.

O primeiro deles trata de um estudo de caso empírico a respeito das estratégias de utilização comunicacional das plataformas digitais de duas bandas gaúchas do subgênero “happy rock“. A partir de adaptações da abordagem metodológica da Grounded Theory (Teoria Fundamentada) para internet, eu e o João Pedro, meu co-autor, estamos observando e analisando como duas bandas (ainda não vou revelar quais) estão estabelecendo relacionamento com seus fãs pré-adolescentes via SRS, enquanto casos empíricos “exemplares” do tipo de musicbranding e prática cultural da essência desse subgênero. Esse estudo é resultado de uma consultoria que estamos prestando desde o ano passado e que envolve pesquisadores de música e comunicação de várias regiões do país. Mais detalhes no segundo semestre quando os dados serão publicados em um livro😉

Do ponto de vista mais conceitual, a questão do fanfunding está me interessando muito, como já falei em posts anteriores, e estou em plena coleta de dados, leitura e observação para um artigo que já foi alinhavado conjuntamente com o colega Erick Felinto sobre algumas definições preliminares sobre essa prática cultural.

Definitivamente o semestre começou🙂 Vejamos se passarei no teste ácido, como diria Richard Ashcroft ao cantar na canção The Test do Chemical Brothers, relembrada pela @cryotankgirl. Um bom feriado para vocês, começo oficialmente meu anti-carnaval.

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