Noticias das terras da Rainha

Mais de um mês sem dar noticias por aqui. A correria da vida londrina me pegou de jeito, além do fato de que perdi quase 4 dias de cama na semana passada. Primeiro com uma infecção por conta de algo que comi, embalada com uma cistite. Ficar doente no exterior é todo um transtorno, mas deu tudo certo e não precisei acionar o seguro-saúde. Fica a dica pra evitar cistitite: suco e capsulas de cranberry, uma frutinha vermelha. Agora engatei um ritmo de leituras, trabalhos, caminhadas e de visitas a alguns lugares importantes. Muita coisa boa aconteceu nesse mês:

  • Um pouco antes tinha ido ao London Electro Festival em Hoxton, um micro festival de bandas e projetos de synthpop e electro. Algumas coisas interessantes, outras nem tanto, mas valeu pelo show do Mechanical Cabaret, que eu não tinha conseguido assistir no Infest;
  • Assisti uma palestra intitulada “How to be Beyoncé: an interpretation of an icon” no King´s College. Era abertura do Festival de Humanidades, Artes e Mídia. A palestra foi a partir do doutorado do autor que fez um bom apanhado sobre a carreira da cantora a partir de tematicas como celebridades, social media, fãs, política e identidade. Ao final ele ainda se montou no palco e fez uma micro perfromance dublando… Fica minha pergunta/provocação: por que no Brasil, um país que fala tanto sobre celebridades na mídia se discute tão pouco o tema a partir de teorias? Eu tenho hipóteses sobre isso mas não vou falar agora. Mas ok, temos que admitir que a literatura em português e produzida no país sobre a temática tem avançado nos últimos anos, com trabalhos sólidos;
  • Fui a Cardiff no Dr. Who Experience e visitei o mural de Torchwood todo ornamentado com fan-arts em homenagem ao personagem do seriado que morreu.
  • Consegui de última hora entrar no show soldout do Dave Gahan & Soulsavers. Ver um artista que vc admira numa venue intimista é daquelas coisas inesquecíveis e que mudam sua perspectiva de vida. Vou contar toda a saga num post, aguardem;
  • Graças às bibliotecas daqui estou lendo muitas graphic novels. Estou muito fã dos trabalhos da Lise Myhre, artista norueguesa criadora da Nemi. E acabo de comprar uma excelente sobre Ada Lovelace, também produzida por uma artista, só que canadense residente em Londres;
  • Por falar em Noruega, ontem assisti o show da Susanne Sundfor e a performance dela me levantou várias questões sobre a relação entre mulheres e música eletrônica. Coisas a serem desenvolvidas na seqüência;
  • Visitei o cemiterio de Highgate num dia lindo e aprendi muito sobre simbologia vitoriana.
  • A Rainha, ela mesma, visitou a University of Surrey para a inauguração do curso de veterinária. Foi exatamente no dia em que ganhei ingressos gratis para ver o Hurts em Birmingham.

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