Bio

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Dr. Who? Adriana Amaral,  a.k.a Adri Amaral, 42 anos, possui Pós-Doutorado em Mídia, Cultura e Comunicação pela University of Surrey no Reino Unido (CAPES) com projeto sobre questões de gênero, idadismo e subculturas. É Doutora em Comunicação Social pela PUCRS (2005), com Estágio de Doutorado (CNPq) em Sociologia da Comunicação pelo Boston College (EUA). Foi coordenadora do projeto POA Music Scenes em parceria com a University of Salford (UK), projeto financiado pela CAPES entre 2014-2017. Foi professora-visitante no Departamento de Computação, Ciências Cognitivas Aplicadas e Mídias Eletrônicas da Universität Duisburg-Essen na Alemanha em 2016.
Atualmente é pesquisadora e professora do Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS e do curso de Produção Fonográfica no campus São Leopoldo. É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 2 e parecerista de vários periódicos e agências de fomento à pesquisa internacionais e nacionais. Atua também como consultora de comunicação digital. Já foi palestrante convidada e ministrou cursos em universidades internacionais e nacionais como University of Salford (UK), University of Surrey (UK), Manchester Centre for Gothic Studies da Manchester Metropolitan University (UK), UFRJ, USP, UFBA, UFF, UFPE, UFPB, UFRGS entre outras. É coordenadora da equipe PROCAD/CAPES UFF-UNISINOS e UFPE no projeto de Música e audiovisual. Nos últimos anos suas pesquisas tem se voltado para as mediações entre materialidades tecnológicas, afetividades e sociabilidades de fãs e haters no contexto da cultura pop digital brasileira.
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É autora de Métodos de Pesquisa para Internet (Ed. Sulina, 2011)  juntamente com Suely Fragoso e Raquel Recuero e de  Visões Perigosas. Uma arque-genealogia do cyberpunk (Ed. Sulina, 2006) , entre outros. Além disso, assina uma série de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, bem como capítulos de livro – Espanha, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos. Faz parte do Conselho Editorial da coleção Cibercultura da Editora Sulina (Porto Alegre),  da coleção Lab404 da EDUFBA (Salvador) e da Editora Marca de Fantasia (UFPB/ João Pessoa). Foi fundadora e coordenadora da Especialização em Cultura Digital e Redes Sociais da UNISINOS no campus Porto Alegre.
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Nas horas vagas faz coisas como escrever o posfácio da edição de 25 anos de Neuromancer (Ed. Aleph, 2008) e 0 prefácio da nova tradução de Orgulho & Preconceito de Jane Austen, feita por Carol Chiovatto (Ed. Giz Editorial, 2017) e ataca de “sound colocator” em festinhas.  É assumidamente britanófila, adora darkwaves, industrial, synths melódicos, EBMs e electros, mas não dispensa um shoegaze e um pós-punk. Curte  coisinhas de papelaria, batons, esmaltes, roupas pretas e roxas, scifi/fantasia e horror, melissas, coca-cola, espumantes, cervejas e  HQs. Foi resgatada por duas gatas pretas,  Uhura e Ororo e coleciona bonecos Funko Pop . Em 2015 casou de preto ao som de Dressed in black do Depeche Mode com Tarsis Salvatore. Tem sempre uma necessaire pronta no armário pra viajar em busca de algum lugar de peregrinação de fãs.
Informações completas, consultar o CV Lattes.
E-mail: adriana.amaral08@gmail.com
Twitter: @adriaramaral
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