Simpósio Mapeando Cenas da Música Pop: Cidades, Mediações, Arquivos

simposio

Nos dias 25 e 26 de agosto (quinta e sexta) vai rolar na Escola da Indústria Criativa da  Unisinos campus São Leopoldo o simpósio Mapeando Cenas da Música Pop: Cidades, Mediações, Arquivos. O evento é parte do projeto POA MUSIC SCENES, desenvolvido pela Unisinos em associação com a Universidade de Salford, na Inglaterra e organizado pelos grupos de pesquisa CULTPOP – Cultura Pop, Comunicação e Tecnologias e TCAV – TecnoCultura e Audiovisual.

Durante os dois dias, serão discutidos diversos temas que envolvem a relação entre música pop, sociedade, memória e experiência. A programação começa na quinta às 13h30 com apresentação do documentário sobre mulheres bateristas no Rio Grande do Sul, segue às 14h, com debates sobre as cenas musicais contemporâneas do Rio Grande do Sul e circulação musical em redes sociais. Às 18h30, os coordenadores do POA MUSIC SCENES discutirão os resultados da pesquisa. Às 19h30, haverá palestra da professora Simone Pereira de Sá, da Universidade Federal Fluminense, sobre as cenas do funk carioca e os usos das tecnologias pela música pop periférica, fechando o primeiro dia.

Na sexta, às 10h, a fala inicial será do professor Michael Goddard, da Universidade de Salford. Ao longo da tarde, será discutida a relação entre cenas musicais e experiência urbana, com trabalhos que enfocam Porto Alegre e cidades como Rio, Goiânia e Berlim além de discussões sobre memória e arquivo. Às 16h30, uma mesa especial que reunirá produtores locais que discutirão as muitas facetas das cenas de rock e de música eletrônica da capital gaúcha. A entrada no evento é gratuita.

Confira a programação do simpósio: http://tinyurl.com/progpoams

FESTA
Na sexta à noite após o evento, é hora de tomar o caminho para Porto Alegre: às 21h, a festa POA/MCR/POA – Panamá (after) Papers, que acontecerá no Panamá Estúdio Pub, na Cidade Baixa, marca o fim do evento, com shows das bandas The Gentrificators e Moldragon, além de discotecagem que reunirá o melhor já produzido em POA e Manchester pelos integrantes da pesquisa. A entrada é franca. Evento no Facebook:https://www.facebook.com/events/1634221333555148/

LABTICS
O simpósio marcará também a inauguração do Laboratório de Tecnologias da Informação e da Comunicação do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos, o LABTICS – um moderno espaço com capacidade para sessenta pessoas que, entre outras características, possibilita transmissões via streaming de alta qualidade por meio de três câmeras de alta resolução operadas por controle remoto.
Mais informações pelo site http://www.poamusicscenes.com.br/ ou pelo email portoalegrems@gmail.com

ABCiber e SIMSOCIAL prorrogam prazos de envio de trabalhos

O VI Simpósio Nacional da ABCiber, que será realizado de 06 a 08 de novembro na Universidade FEEVALE em Novo Hamburgo e o SIMSocial 2012 – Simpósio em Tecnologias e Sociabilidade que acontecerá na UFBAem Salvador dias 10 e 11 de outubro tiveram suas datas para envio de trabalhos prorrogadas. O prazo da ABCiber é até segunda, dia 06 de agosto, já o do SimSocial é dia 13 de agosto.  Corram que ainda dá tempo!

SIMSOCIAL – Simpósio de Pesquisa em Tecnologias Digitais e Sociabilidade

Em outubro estarei em Salvador participando da 2a edição de um evento que foi comentadíssimo no ano passado, o SIMSOCIAL – Simpósio de Pesquisa em Tecnologias Digitais e Sociabilidade, organizado pelo GITS – Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade da UFBA. Abaixo, o release de divulgação do evento:

Ocorre nos dias 10 e 11 de outubro, na Universidade Federal da Bahia, o SIMSOCIAL – Simpósio de Pesquisa em Tecnologias Digitais e Sociabilidade. O evento, idealizado pelo GITS – Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade, tem caráter acadêmico e se destina a promover debates e circulação de pesquisas sobre tecnologias digitais e sociabilidade.

Na programação, estão previstas atividades como conferências e apresentação de comunicações em núcleos temáticos, baseados em questões como consumo e estratégias de mercado, política e ativismo, dinâmicas interacionais, educação e aspectos cognitivos e práticas colaborativas. Como palestrantes e conferencistas, já estão confirmados importantes nomes como Adriana Amaral, André Lemos, Edvaldo Couto,Marcos Palácios, Raquel Recuero e Tânia Hetkowski.

Em sua segunda edição, o SIMSOCIAL tem como tema Práticas Interacionais em Rede e pretende agregar pesquisadores, professores e estudantes universitários, além de profissionais de instituições relacionadas ao campo da Cibercultura. Chamada de trabalhos e demais informações em http://www.gitsufba.net/simsocial.

Chamada para o VI Simpósio Nacional da ABCiber – Entretenimento Digital

Está aberta a chamada da  para o VI Simpósio Nacional da ABCiber que acontecerá entre os dias 06 e 08 de Novembro de 2012 na Universidade FEEVALE em Novo Hamburgo, RS. Nesse ano, a temática central será o Entretenimento Digital e a conferência de abertura será proferida pela pesquisadora norte-americana Nancy Baym,  Diretora de Pesquisa da Microsoft Research New England e uma das maiores referências em pesquisas sobre fãs. O deadline de envio das propostas é dia 30 de julho.

Eixos temáticos

Os trabalhos submetidos ao VI Simpósio da ABCiber devem estar inseridos em um dos 8 (oito) eixos temáticos seguintes:

  1. Educação, Processos de Aprendizagem e Cognição
  2. Jornalismo, Mídia livre e Arquiteturas da Informação
  3. Comunicação Corporativa e Práticas de Produção e Consumo Online
  4. Política, Inclusão Digital e Ciberativismo
  5. Entretenimento Digital
  6. Processos e Estéticas em Arte Digital
  7. Redes sociais na Internet e Sociabilidade online
  8. Imaginário Tecnológico e Subjetividades

Modalidades de Participação

São 4 (quatro) os tipos de propostas que os autores podem submeter ao VI Simpósio Nacional ABCiber – 2012:

Artigos científicos: Textos acadêmicos concentrados em torno dos eixos temáticos. O artigo deverá ter o mínimo de 10 e o máximo de 15 páginas (digitado em Times New Roman, corpo 12, espaço entre linhas 1,5). Use o modelo padrão de artigo científico. A submissão do artigo deve ser feita juntamente com a inscrição. (Ver modelo de artigo)

Mesas temáticas: Mesa sobre tema concernente à Cibercultura, respeitando os eixos temáticos, com a participação de no máximo 3 pesquisadores – incluindo o proponente, que será o coordenador da mesa. A duração dos trabalhos da mesa temática não poderá ultrapassar 150 minutos, incluindo apresentação, exposições e debate. Use o modelo padrão de proposta de mesa. A submissão da proposta de mesa deve ser feita juntamente com a inscrição. (Ver modelo de mesa temática)

Oficina (Workshop): Oficinas, com duração de quatro e oito horas, obedecendo aos eixos temáticos. Seguindo o modelo padrão de proposta de oficinas, a proposta deve conter: título, objetivos, público-alvo, metodologia, programa e duração. O transporte, a montagem e os materiais necessários são de responsabilidade exclusiva do proponente. Use o modelo padrão de proposta de oficina. A submissão da proposta de oficina deve ser feita juntamente com a inscrição. (Ver modelo de oficina)

Exposição: Exposição de propostas em Ciberarte de artistas, pesquisadores, ativistas, grupos e coletivos de arte e cultura digital, que atravessem os eixos temáticos do simpósio e que envolvam linguagens como instalação, videoarte, performance, música e fotografia, inseridas no contexto da Webarte, Gamearte ou Netarte, previstas para serem acessadas durante a duração do simpósio. Os artistas deverão apresentar memorial descritivo contendo: 1) título; 2) nome do artista; 3) mini-currículo do artista; 4) conceito; 5) detalhes de produção; 6) link para vídeo contendo a proposta. Os proponentes são responsáveis pela produção (material, infraestrutura, pessoal, etc.). Instruções mais detalhadas no modelo padrão de proposta. Use o modelo padrão de proposta de projeto de exposição. A submissão da proposta de exposição deve ser feita juntamente com a inscrição. (Ver modelo de exposição)

A nova cultura da música

Na terça-feira passada, dia 03 de abril, participei de uma mesa muito bacana na UNISINOS organizada pelo Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Sociedade (CEPOS) e promovida pelo CULTPOP (meu grupo). Intitulada de “A nova cultura da música”, a mesa abordou as transformações nas formas de produção e consumo da música na era digital e contou com os painelistas Leonardo de Marchi (UFOA) e Marcelo Conter (UFRGS), além de mim é claro. O Marcelo Conter disponibilizou em seu blog os áudios das três falas.

Leonardo centrou sua fala na sua tese de doutorado defendida na UFRJ a respeito das mudanças na indústria fonográfica e na constituição de novos mercados, modelos de negócios e mediadores a partir da emergência de novas formas de produção e distribuição possibilitadas pelas TICs.

Na sequência,  fiz uma fala mais geral apresentando um breve mapeamento de novas práticas de consumo e fruição da música centrando-me sobretudo nas plataformas específicas e nos processos produzidos pelos fãs como fansourcing, fanfunding, entre outros.

Marcelo encerrou a mesa apresentando os resultados e as principais categorias desenvolvidas em sua dissertação de mestrado – da qual participei da banca em fevereiro – sobre vídeos musicais na internet, centrando-se em questões técnicas, estéticas e de linguagem para demonstrar como há uma multiplicidade de formatos que expandem o que considerávamos videoclipe, no qual música e imagem estão intrinsica e organicamente associadas, sobretudo nos processos de montagem.

Abaixo, os slides da minha apresentação:

CfP Internet Research 13.0: Technologies

Já saiu a chamada para envio de trabalhos para o congresso anual da Aoir. Esse ano o evento acontecerá na University of Salford, Greater Manchester, no Reino Unido durante os dias 18 a 21 de Outubro de 2012. O deadline esse ano já vem ampliado para o dia 01 de Março de 2012 (normalmente costumava ser em fevereiro). A temática central do congresso nesse ano são as tecnologias em geral.

Informações completas e normas em ir13.aoir.org

The 13th Annual International and Interdisciplinary Conference of the Association of Internet Researchers (AoIR)

Internet Research 13.0 will focus on the theme of technologies, understood in the broadest sense as crafts, techniques, and systems. The conference will examine the place of the Internet in the contemporary world and in relation to a range of existing and emerging technologies, considering its impact in a context where life is entangled with technologies of all kinds as never before. The conference will bring together scholars, researchers, students and practitioners from many disciplines to map and situate the development of the Internet as part of the history of human technology.

To this end, we call for papers, panel and pre-conference workshop proposals from any discipline, methodology, community or a combination of them that address the conference themes, including, but not limited to, papers that intersect and/or interconnect with the following:

  • the speed and acceleration of technological change
  • 
the past, present and future of technology
  • emerging and converging technologies
  • educational technology
  • cultures of crafting
  • connectivity and access
  • space, location and mobile technologies
  • technology, networks and attachments
  • 
technology and the body
  • 
technologies of the self
  • technology, regulation and ethics

    Deadlines

    • 

Submissions Due: 1 March 2012 (Papers, Panels and Pre-Workshops. Details below.)
  NOTE: The submission deadline is a HARD DEADLINE; there will be NO extensions to this date.
    • Notification: 1 May 2012
    • Full Papers Submissions Due for inclusion in Selected Papers of IR: 1 July 2012
    • Ignite-IR Final Proposal Deadline: 1 August 2012
    • Ignite-IR Slides Due: 15 September 2012

CfP 17o. Congreso Bienal de IASPM – International Association for the Study of Popular Music

O colega Felipe Trotta (UFPE)  enviou a chamada do próximo congresso da IASPM – International Association for the Study of Popular Music – que acontecerá na Espanha em junho de 2013. Corrão que o deadline vai até dia 01 de Abril de 2012 (e não é pegadinha). Simon Frith como conferencista é uma baita pedida.
Mais infos em:
Call for papers
Bridge Over Troubled Waters – Puente sobre aguas turbulentas: desafiando ortodoxias
17º Congreso Bienal de IASPM

24-28 de junio de 2013
Universidad de Oviedo
Lugar: Gijón, España

Los estudios de música popular urbana en toda su interdisciplinaridad se han caracterizado por el encuentro, el diálogo y el intercambio. Nuestro título “Puente sobre aguas turbulentas” toma la triple metáfora del puente, que sugiere encuentros y comunicación; la turbulencia, que indica tensión y luchas de poder; y el agua, que alude a flujos y viajes, como suelo fértil para el 17º Congreso bienal de IASPM. Proponemos cinco ejes temáticos (TRACKS) que abordan música popular e historia, marginalidad, copyright, colectividades y espacio, estando todos los ejes atravesados por el tópico de la tecnología.

Invitamos a presentar propuestas de participación de no más de 200 PALABRAS, incluyendo CINCO PALABRAS CLAVE. Se ofrece la opción de presentar ponencias individuales, paneles, videos o pósters. Para presentar su propuesta, por favor REGÍSTRESE como autor (“author”) en la página web del congreso y siga las instrucciones:

http://www.iaspm.net/proceedings/index.php/iaspm2013/IASPM17th/user/account

Se aceptarán propuestas en inglés, idioma oficial de IASPM, y en español.

Conferenciantes confirmados:

Prof. Bruce Johnson, Macquarie University/University of Turku
Prof. Francisco Cruces Villalobos, Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED)
Prof. Simon Frith, University of Edinburgh

Comité científico:

Celsa Alonso (Universidad de Oviedo)
Shelley Brunt (RMIT University)
Héctor Fouce (Universidad Complutense de Madrid/Universitat Oberta de Catalunya/IASPM Exec)
Laura Francisca Jordán González (Université Laval/IASPM Exec)
Rubén López Cano (Escola Superior de Música de Catalunya)
Alejandro L. Madrid (University of Illinois at Chicago)
Ed Montano (RMIT University/IASPM Exec)
Carlo Nardi (University of Northampton/IASPM Exec)
Robert Strachan (University of Liverpool)
Martha Tupinambá de Ulhôa (UNIRIO/IASPM Exec, Chair)
Nabeel Zuberi (University of Auckland)

Comité organizador local:

Eduardo Viñuela, Universidad de Oviedo, Coordinador.

Ejes temátios del congreso:

1. “Yesterdays” [Ayeres] – Música popular urbana hasta 1950*
Coordinadora: Martha Ulhôa, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO

La investigación histórica de la música popular está siendo ampliada y resulta más factible con el aumento del acceso en línea a antiguas y nuevas tecnologías. Desde los discos de 78 rpm hasta las partituras tempranas de música “de entretenimiento” o “ligera”, pasando por una gran variedad de periódicos y notas de viaje decimonónicas, las fuentes primarias se vuelven cada vez más accesibles. Sin embargo, la investigación de la música “popular” del pasado presenta desafíos tanto metodológicos como terminológicos al investigador, que tiene que hacer frente a diversos niveles de recepción y, en ocasiones, cuestionar y desmontar ciertos tópicos que han sido asentados con el paso de los años en torno a las prácticas musicales. Este eje temático pretende tratar cuestiones como ¿cuáles son los métodos usados en el siglo XXI para abordar la música popular a través del marco de los documentos del pasado y sus ‘antiguas’
tecnologías? Invitamos a presentar comunicaciones desde cualquier perspectiva teórica de las humanidades y las ciencias sociales. Éstas serán agrupadas según tipos de producción o difusión musical (instrumentos mecánicos, chapbooks, material de archivo, fonogramas, compañías discográficas, casetes, filmes, teatro musical, etc.).

* La Junta Directiva de IASPM agradece a Bruce Johnson la idea de este eje temático que, debido al posterior fallecimiento de Charles Hamm, se convirtió en un homenaje al primer presidente de IASPM y a una figura ejemplar para la historia de la música popular.

2. “Under the bridge” [Debajo del puente] – Música popular en los márgenes
Coordinador: Carlo Nardi, University of Northampton

La lucha del recién llegado por conseguir visibilidad, el aura de autenticidad del desamparado, la aparente paradoja de lo que Umberto Fiori llamó la “música popular impopular”… Aunque de diferentes maneras y en diferentes grados, todos son ejemplos que sugieren una tensión presente entre lo “popular” y la música así denominada. De la misma manera que se desarrollan nuevas formas de cultura popular con la industrialización, la migración y la urbanización, la música ha estado presente en las nuevas formas de exclusión.  Este eje temático acepta propuestas que traten la marginalización o estigmatización de formas musicales, músicos y estudios musicales, así como temas que relacionen la música con la anomalía, el crimen, la violencia, las políticas estatales y los programas sociales de las instituciones.

3. “Rivers of Babylon” [Ríos de Babilonia] – Copyright, tecnología y creatividad
Convenor: Héctor Fouce, Universidad Complutense de Madrid/Universitat Oberta de Catalunya

Las fuentes básicas de la creatividad musical han sido tradicionalmente la repetición y la variación, es decir,  la reelaboración de materiales sonoros compartidos por la comunidad en el espacio público para crear nuevas formas sonoras. Posiblemente muchas de las prácticas actuales encajan en esta idea, pero la creciente presión  de la regulación sobre propiedad intelectual crea un marco muy diferente. Las tecnologías digitales han permitido una multitud de fenómenos que se basan en cortar y pegar  (remixing, sampling, mashups), prácticas que sin duda enriquecen nuestro paisaje sonoro, pero también desafían las ortodoxias del copyright, a menudo conscientemente. En la Babilonia global las músicas circulan sin descanso y en consecuencia los autores pierden capacidad de control sobre sus obras. Las ponencias de esta sección podrían tratar cuestiones en torno a ¿cómo los usuarios se han apropiado de técnicas creativas de producción de
música digital?, ¿qué problemáticas tecnológicas, legales y culturales se relacionan con este escenario musical?, ¿cómo está reaccionando la industria ante el copyright?, ¿cómo ganan dinero productores y músicos cuando se descarga y se piratea?, ¿cómo están respondiendo los encargados de generar políticas y normativas a estas transformaciones estructurales y funcionales? ¿Dónde dejan las prácticas desarrolladas fuera de los canales convencionales a los defensores de las compañías discográficas y a los críticos musicales?

4. “Build a Bridge” [Construir un puente] – Músicas populares, colectividades y movimientos sociales
Coordinadora: Laura Jordán, Université Laval

Este eje temático invita a proponer ponencias sobre las variadas dimensiones de la relación entre músicas populares, colectividades y movimientos sociales. Más allá de límites geográficos, pueden incluirse comunidades virtuales, como Facebook, Twitter y Youtube. Aunque las construcciones ciudadanas y nacionales, así como la práctica musical en movimientos políticos son las asociaciones más comunes, los usos y significados de las músicas populares en colectividad podrían tener diferentes implicaciones, basadas en la etnia, la edad o el género, por ejemplo. Por lo demás, los conflictos en torno a prácticas colectivas, tales como la censura y las luchas indentitarias, normalmente integran una dimensión musical. La propuesta de paneles que discutan un tópico particular desde diversas perspectivas son especialmente bienvenidos.

5. “Sail Away” [Navega] – Ciudades, mar, viaje, lugar y espacio
Coordinador: Ed Montano, RMIT University

Este eje temático invita a proponer ponencias que interroguen las articulaciones locales, los flujos transnacionales y las manifestaciones globales de la música popular. Las ponencias que exploren escenas y sonidos desde fuera del eje angloamericano son particularmente bienvenidas. ¿Qué desafíos y críticas podemos proponer acerca de los supuestos y percepciones en torno a los vínculos entre música y lugar?, ¿podemos hablar aún en términos de imperialismo cultural, globalización, escenas y subculturas?, ¿es cierto que la expansión de los medios y redes sociales, así como el choque cultural ultra veloz facilitado por la web, han desprendido a la música de la tiranía de la distancia? ¿Cómo continúan la geografía y el paisaje inspirando e influyendo a autores y compositores de canciones?

Calendario de plazos:

Fin presentación de propuestas: 1º de abril de 2012
Notificaciones de aceptación: 1º de julio 2012 (1 año antes del congreso)
Borrador del programa: 1º de febrero de 2013
Presentación versiones finales de resúmenes: 1º de mayo de 2013
Fechas del congreso: 24-28 de junio de 2013
Envío de textos para publicación en actas: 30 de julio de 2013 (1 mes después del congreso)
Apertura del periodo de inscripción: julio de 2012
Fecha límite para inscripciones tempranas: 20 de febrero de 2013

Instrucciones para la presentación de propuestas:

Los RESÚMENES (“abstracts”) deben tener como máximo 200 PALABRAS y deben incluir las CINCO PALABRAS CLAVE que mejor describan el tema de la propuesta.

Las propuestas deben ser enviadas a través de la página web del congreso:

http://www.iaspm.net/proceedings/index.php/iaspm2013/

1. Para presentar su propuesta, por favor, REGÍSTRESE como “autor” (“author”) en la página web del congreso:

http://www.iaspm.net/proceedings/index.php/iaspm2013/IASPM17th/user/account

Durante el proceso de inscripción se le solicitará su NOMBRE, DIRECCIÓN DE CORREO ELECTRÓNICO, AFILIACIÓN INSTITUCIONAL y PAÍS DE PROCEDENCIA. Por favor incluya una breve sinopsis biográfica o CV en la sección “Bio”. Una confirmación de la inscripción, incluyendo nombre de usuario y contraseña, le será enviada a su dirección de correo electrónico.

Tenga en cuenta que usaremos su correo electrónico de inscripción para cualquier correspondencia posterior. Aunque es posible cambiar su dirección de correo posteriormente, se recomienda mantener una única dirección de correo electrónico.

2. Vaya a “Inicio Usuario” (“User Home”):

http://www.iaspm.net/proceedings/index.php/index/IASPM17th/user

3. Haga click en “nueva presentación de propuesta” (“new submissions”) y siga las instrucciones.

Se le solicitará elegir un EJE TEMÁTICO (“track”) y un TIPO DE SESIÓN (ponencia individual, panel, película/video o póster). Luego introduzca el TÍTULO (“title”) de su presentación. El texto del RESUMEN (“abstract”), incluyendo las cinco palabras clave, podrá ser redactado directamente en el sistema de inscripción.

FECHA LÍMITE para enviar propuestas: 1 de abril de 2012

Para asistencia técnica, no dude en contactar con nosotros

info.iaspm2013@gmail.com

¡Esperamos recibir su propuesta!

Comité Ejecutivo de IASPM

Rubén López Cano
http://www.lopezcano.net

Seminário Internacional “Música Independente no contexto pós-crise”

O colega Micael Herschmann (UFRJ) convida a todos para o Seminário Internacional Música Independente no contexto pós-crise que está sendo organizado no Rio de Janeiro em parceria com a UERJ, a Universidade Carlos III de Madri e da Universidade de Birmingham. Durante o evento será lançado o livro Nas bordas ou fora do mainstream musical. Novas tendências da Música Independente no início do século XXI (Editora Estação das Letras e das Cores, São Paulo) coletânea organizada por Micael Herschmann e que reúne diversos pesquisadores que têm se dedicado a essa temática a partir de uma rede de pesquisa. Eu e João Pedro Amaral participamos com um artigo sobre as estratégias de uso das plataformas digitais pelo happy rock gaúcho.

Para quem estiver no RJ na data e se interessa pelo tema, tenho certeza que valerá muito a pena. Abaixo, a programação:

Seminário Internacional “Música Independente no contexto pós-crise”

 Data: 03 e 04 de outubro de 2011

Local: Auditório RAV 102 – Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS/UERJ)

Rua São Francisco Xavier nº 524 (campus do Maracanã), Pavilhão João Lyra Filho, 10º andar.

 Coordenação geral:

Micael Herschmann (UFRJ)

 Coordenação Adjunta:

Marcelo Kischinhevsky (UERJ)

Leonardo de Marchi (UFRJ/UniFOA)

Cíntia SanMartin Fernandes (UERJ)

 Realização e Apoio:

Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ;

Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UERJ;

Curso de Especialização em Jornalismo Cultural da UERJ;

Departamento de Periodismo y Comunicación Audiovisual da Universidad

Carlos III de Madrid;

Ministerio de Educación/Gobierno de España;

Universidade de Birmingham

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro

 Inscrições online (antecipadas), mais informações e contato:

seminariomusicaindependente.wordpress.com

Introdução e Justificativa:

 Os especialistas reunidos neste seminário internacional não se propõem propriamente a discutir o conceito de indie ou o nível de autonomia dos chamados atores independentes em relação à grande indústria. Na realidade, mais do que discutir os limites do mundo indie, eles buscam realizar um breve balanço do impacto das transformações que vêm ocorrendo nos negócios da música nos últimos anos, seja nas bordas ou mesmo fora do mainstream.

Para o desenvolvimento de suas reflexões tomam como referência alguns exemplos expressivos que estiveram ou estão em curso em várias localidades do globo (na Europa, nos EUA, na América Latina e, especialmente, no Brasil). Afinal, transcorrida mais de uma década desde que os atores sociais passaram a conviver com a sensação de que esta indústria cultural estaria vivendo uma crise sem precedentes, é possível constatar que, de fato, o business da música passa mais propriamente por um processo bastante significativo de transição e de reestruturação.

A discussão dos desafios e das perspectivas da música independente no âmbito das indústrias midiáticas reunirá pesquisadores do Brasil, Inglaterra e da Espanha – países onde a reconfiguração da indústria ocorre de modo mais pronunciado –, estabelecendo um diálogo entre academia e atores sociais e buscando alternativas para dinamizar os circuitos culturais mobilizados por estas manifestações artísticas num contexto pós-crise.

Programação:

1º dia – 03 de outubro (2ª feira)

8:00 – 9:00 horas – Credenciamento

9:00 – 10:00 horas – Mesa de abertura

Alessandra Aldé (UERJ)

Luis A. Albornoz (UC3M)

João Pedro Dias Vieira (UERJ)

Micael Herschmann (UFRJ)

10:00 – 12:00 horas – Conferência I

Samuel Araújo (UFRJ) – Música, política e sociedade em movimento: desafios e potenciais da crise global

12:00 – 14:00 horas – Almoço

14:00 – 17:00 horas – Mesa 1 – Nas bordas e fora do mainstream

Moderador: Marcio Gonçalves (UERJ)

Santuza Cambraia Naves (PUC-RJ) – O alternativo no mainstream: a tropicália entre Smetak e Muzak

Julio Diniz (PUC-RJ) – Nomadismo e trânsito na produção cultural contemporânea

Olívia Bandeira de Melo e Oona Castro (Overmundo) – Apropriação de tecnologias e produção cultural: inovações em cenas musicais da Região Norte

Luís A. Albornoz (UC3M) – Apontamentos sobre a trama empresarial espanhola independente

17:00 – 17:30 horas – Coffe break

17:30 – 20:00 horas – Mesa 2 – Música em rede: ampliando a visibilidade e protagonismo?

Moderador: Marildo Nercolini (UFF)

Leo Morel (autor do livro Música e Tecnologia)

Abel do Cavaco (Grupo musical Antigamente)

Daniel Domingues (Coletivo Ponte Plural/Circuito Fora do Eixo)

Jefferson Andrade Silva (Grupo musical Passarela 10)

2º dia – 04 de outubro (3ª feira)

9:00 – 10:00 horas – Conferência II

Andrew Dubber (Universidade de Birmingham) – Música como Cultura na Era Digital.

10:00 – 13:00 horas – Mesa 3 – (Re)intermediação dos negócios da música

Moderador: José Ferrão (UERJ)

Leonardo de Marchi (UFRJ) – Discutindo o papel da produção independente brasileira no mercado fonográfico em rede

Juan Ignácio Gallego (UC3M) – Novas formas de prescrição musical

José Ángel Esteban (UC3M) – Música independente espanhola nas rádios

Marcelo Kischinhevsky (UERJ) – Rádio e musica independente no Brasil

13:00 – 14:30 horas – Almoço

14:30 – 17:30 horas – Mesa 4 – Revisitando a dinâmica de circuitos e cenas

Moderadora: Liv Sovik (UFRJ)

Cíntia SanMartin Fernandes (UERJ) – Musicabilidade no Rio de Janeiro: o samba e choro nas ruas-galerias do Centro

Simone Pereira de Sá (UFF) – Aspectos da economia musical popular no Brasil: o circuito do funk carioca

Felipe Trotta (UFPE) – “Tradicional é na capital”: a circulação do forró pé de serra no Recife

Micael Herschmann (UFRJ) – Ruas que cantam: ativismo seresteiro e desenvolvimento local em Conservatória

17:30 – 18:00 horas – Coffe break

18:00 – 20:30 horas – Mesa 5 – Novos business da música

Moderador: Eduardo Granja Coutinho (UFRJ)

Felippe Llerena (Imusica)

Paulo Monte (Bolacha Discos)

Adilson Pereira (Coordenador do Circo Voador)

Daniel Koslinski (Grupo Matriz)

Carlos Mils (Vice-Presidente da ABMI)

Bruno Levinson (Oi FM)

20:30 – 21:30 horas – Coquetel e lançamento da coletânea Nas bordas ou fora do mainstream musical. Novas tendências da Música Independente no início do século XXI (Editora Estação das Letras e das Cores). Local: Auditório do RAV, no Campus da UERJ.

22:00 horas – Festa de confraternização no Teatro Odisséia (Rua Mem de Sá 66, Lapa)

Intercom 2011: um pouco do que eu vi

Após o Musicom, participei da Intercom 2011 na UNICAP (Universidade Católica de Pernambuco) . O evento estava muito bem organizado e tudo fluiu de forma excelente. Exceto o trânsito de Recife, mas isso é outra história. Participei em 3 momentos diferentes.

Primeiro na mesa de abertura do GP Cibercultura, apresentando o trabalho que fiz com a Sandra Montardo (FEEVALE) intitulado Pesquisa em Cibercultura: análise da produção científica brasileira na Intercom. Esse artigo foi aceito pela revista Logos (da UERJ) e deve ser publicado em breve. Além disso, é parte de uma pesquisa maior sobre a história e o estado da arte da comunicação no Brasil – eu e Sandra cuidamos da parte de cibercultura – que está sendo realizada pela professora Marialva Barbosa (UTP/Intercom). Os debates gerados pelas categorias e eixos temáticos foram muito instigantes além do projeto de um e-book sobre os 10 anos do GP. Mais detalhes sobre esse projeto na seqüência. Nessa mesma mesa também estavam Edilson Cazeloto(UNIP) que apresentou o artigo Elementos para a análise do Imaginário na Cibercultura; Vinicius Pereira (UERJ/ESPM-RJ) com Efeitos Materiais dos Meios, Pesquisas Neuromidiáticas e Dinâmicas Contemporâneas de Comunicação em uma bela apresentação – destaque para a análise do Pokemon – e Renata de Rezende Ribeiro(UFES) com “Narrar e ser narrado”: a morte e os usos narrativos nas redes sociais.

Minha segunda participação aconteceu na Mesa sobre Perspectivas para o Estudo de Música e Comunicação organizada por Micael Herschmann (UFRJ) . Além dele, Simone de Sá (UFF), Felipe Trotta (UFPE) e Jeder Janotti Jr (UFAL/UFPE) também participaram. Acho que foi um excelente momento que demonstra a maturidade dos estudos de música e som dentro da comunicação. Além do panorama geral sobre o campo e dos apontamentos de cada um de nós, encerramos o evento coletando assinaturas para o GP de Música, Comunicação e Entretenimento que, se tudo der certo, começará a funcionar em 2012.

Abaixo o doodle dos 65 anos do Freddy Mercury produzido pela Google e lançado no dia 05/9, um dos meus exemplos sobre visualização de dados sonoros na internet apresentados na mesa de Música e Comunicação.

Por fim, coordenei a sessão temática sobre Interfaces e sensorialidades, criação coletiva e cultura digital trash. Destaque para o trabalho do Fernando Fontanella (UNICAP/UFPE) Bem-vindo à Internets: os subterrâneos da Internet e a cibercultura vernacular que trata das práticas transgressoras e do lado underground da internet (como oas anônimos e trolls).O debate acirrado na segunda parte do GP foi muito bom.

Gostei muito de Recife, Porto de Galinhas, do Instituto Ricardo Brennand e sobretudo das trocas de ideias com os colegas da área de som e de audiovisual. Foi muito enriquecedor profissional e pessoalmente. Ano que vem o Intercom será em Fortaleza 🙂