“And it’s a long, long way (long way). From where you want to be”

2017 está transcorrendo de forma vertiginosa. Perdi a conta de quantas vezes quis retornar a esse espaço pra escrever algumas linhas e desovar algumas ideias meio desconexas. Fazia tempo que não tinha um semestre tão denso e com tanto por fazer.  Apesar das dificuldades e do excesso de trabalho posso destacar alguns pontos bem positivos (totalmente fora de ordem):

  • Show do Slowdive em SP em maio;
  • A chegada da baby Ororo, mais uma gatinha preta resgatada das ruas e que integra a família Amaral-Salvatore;
  • Filme da Mulher-Maravilha no qual chorei pra caramba de emoção – que me rendeu um texto para o jornal Zero Hora e uma entrevista pra Rádio Unisinos FM. (Das coisas que me rendem orgulho escrever e falar sobre Diana Prince estão no topo, mataria meu pai que era muito fã da personagem de orgulho #complexodeelektrafeelings );
  • Participação no simpósio Fantástico Brasileiro: Produção Literária e Mercado Editorial organizado pelo queridíssimo Eneias Tavares e que trouxe os melhores escritores, editores, tradudores do “movimento fantasista” (MANTAGRANO, 2017) do Brasil a POA (foi maravilhoso reencontrar todo esse povo);
  • Ver impresso meu Prefácio à nova tradução (da queridona Carol Chiovatto) de Orgulho & Preconceito da tia Jane Austen que saiu pela Giz Editorial;
  • Vice-coordenação do GT Estudos de Som e Música na Compós 2017 na Cásper Líbero em SP (o que possibilitou que eu encontrasse o querido casal whovian Thais Aux & Freddy Pavão e batesse um papo com a lindona Edi Fortini, rever amigos e a família paulistana é sempre um bom motivo pra ir àquela terra);
  • Organização – junto com a equipe do CULTPOP – do V CoMusica – Congresso de Comunicação e Música que vai rolar na Unisinos dias 01, 02 e 03 de Agosto de 2017.
  • Nova orientanda de Pós-Doutorado, Lucina Viana

Em meio a todo esse volume de atividades, a vida vai acontecendo entre altos e baixos, dias com saúde e dias mais abalados, encontros com amigos, desabafos, chateações, tédio, pequenas alegrias, amor, crise política no país e no mundo, problemas familiares, questões identitárias que nunca se consolidam – e a gente acha que com 40 já ia estar tudo resolvido né? Santa ingenuidade. Contudo, seguimos, mesmo ainda longe de onde pretendemos estar (it´s a long long way) vamos respirando e tentando localizar alguns pontos de respiro e desconexão. Que o segundo semestre seja mais leve!

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